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quinta-feira, 21 de abril de 2011
Novation Twich, ele promete mudar seus conceitos - By Dav1t
A Novation acaba de lançar o Twich, uma controladora midi desenvolvida com enfoque em performances ao vivo, sobretudo na criação de mash-ups e re-edits ao vivo. Isso tudo porque essa controladora midi tem 8 pads no lugar de jogs, ou seja, ela ñ tenta reproduzir uma cdj, mas sim um sampler.
Na verdade, o Twitch ñ excluiu os movimentos inerentes a cdj’s da melhor qualidade. Afinal, o Twich apresenta o touchstrip, uma espécie de touscreen extremamente eficiente, permitindo movimento diversos na música executada, inclusive de scratch.
A controladora tbém tem a função de mixer incorporada, juntamente com controles de equalização e efeitos. A princípio, desenvolvida pra dois decks para o Serato Itch, certamente pode ser mapeada para 4 decks em softwares como o Traktor 2.
Para completar, o Twich ainda está munido de uma placa de audio com 2 entradas e 4 saídas, entrada para microfone e uma entrada estéreo secundária que apresenta um ganho analógico para IPods e similares.
Enfim, uma controladora midi com todos os requisitos necessários pra revolucionar a maneira como os dj’s mais perfomáticos se apresentam. Você pode adquirir esse brinquedinho por 599,99 dólares a partir de Julho desse ano.
Enquanto ñ podemos experimentar ao vivo, tire suas conclusões analisando o video abaixo. Só sei de uma coisa, eu quero uma dessas e muito…
Assista aos vídeos e até a próxima !
Com o Traktor
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DaV1T é DJ, remixer e produtor em Brasília, amante incondicional da House Music, colaborador e co-fundador do PORTAL DO PRODUTOR
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terça-feira, 29 de março de 2011
FIRE FOX 4
Então, já que demos espaço ao IE9, vamos ao Firefox 4 para sermos justos.
Mas vamos sem esperar grandes novidades. Pois, como escrevi em resposta a um comentário da coluna anterior que acusava o IE 9 de ser uma “cópia descarada do Chrome”, a única versão de programa navegador que não pode ser acusada de copiar pelo menos metade de seus recursos de alguma versão anterior dos concorrentes é a versão pioneira do Mosaic. E assim mesmo porque, sendo a primeira, não tinha de quem copiar.
Pois acontece que, como bem observou o leitor, quase tudo que o IE9 traz de novo é copiado das versões mais recentes do Chrome e, naturalmente, do Firefox. O que não deve espantar ninguém, posto que o pouco que ele traz de novo será mais adiante copiado pelo Firefox e pelo Chrome se a Mozilla e o Google conseguirem um meio legal de copiar.
Portanto, agora que o Firefox 4 está na praça, não há porque estranhar que quase tudo que ele traz de novo seja copiado das versões mais recentes do Chrome e do IE. E o pouco que efetivamente é novidade nele, logo será copiado pelo IE e pelo Chrome, se a MS e o Google conseguirem um meio legal de copiar.
E daí? O que há de errado nisso?
Certamente nada. Pois, não se iludam: nem Google, nem MS e nem Mozilla são entidades beneficentes. Nenhuma delas é “boazinha”. Da mesma forma que nenhuma delas é “malvada”. São organizações que têm empregados que esperam ser pagos regularmente e por isto mesmo necessitam faturar para poderem honrar seus compromissos (e embolsar algum lucro, pois afinal ninguém é de ferro).
Que, se puderem fazer alguma coisa – desde que seja legal – para impedir que as concorrentes aumentem o faturamento, farão. E também não cultivem imagens românticas: a ênfase que dou ao fato da cópia ser possível desde que legal não decorre do fato de serem as citadas empresas exemplarmente escrupulosas, mas exclusivamente devido a que, se cometerem alguma ilegalidade, vão gastar uma nota pretíssima respondendo a um processo judicial movido pelas concorrentes que, se perderem, causará um prejuízo tão grande que a empresa poderá mesmo ter que fechar as portas.
Então, não vejo razão para esperar de qualquer uma delas um comportamento muito diferente do da outra. E, por favor, não me venham com aquele papo do “dont be evil” que o assunto já foi devidamente discutido por ocasião do recente entrevero Google x Facebook e quem tiver dúvidas consulte o excelente artigo de Diego Biscaia no DabsDesign, < http://www.dabsdesign.com.br/google-x-facebook-quem-e-o-mais-mau/ > “Google X Facebook – Quem é o mais mau?”.
Logo não deve causar surpresa a ninguém que cada nova versão de um programa navegador (e, a bem da verdade, de qualquer aplicativo que tenha concorrentes no mercado) incorpore as “novidades” previamente incorporadas pelos demais.
Assim é, assim sempre foi e assim sempre será. Isto não é ilegal posto que, se fosse, os concorrentes já teriam partido para decidir o assunto pela via judicial. Tampouco é aético. Afinal, cada programa navegador deve procurar oferecer a seus usuários tudo aquilo que torna a navegação mais fácil e mais rápida.
E se alguns dos recursos que contribuem para isto foram oferecidos antes pelos concorrentes, palmas para eles. O que, naturalmente, não é razão para que estes mesmos recursos deixem de ser incorporados à cada nova versão de cada programa navegador.
Isto posto, vamos ver quais foram as novidades do Firefox 4 recorrendo à própria página < http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/features/ > “Recursos do Firefox” oferecida pelo Mozilla.
As novidades do Firefox 4
Ao se instalar a nova versão do Firefox abre-se uma < http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/4.0/whatsnew/ > página que apresenta suas novidades onde aparecem seis ícones que deveriam ser sugestivos: um sapato alado, que provavelmente se refere ao aumento da rapidez, uma chave, que presumivelmente se refere à maior segurança, o logotipo da HTML5, auto descritivo, além de um lápis, uma abelha e uma nave espacial que minha inteligência limitada não conseguiu decifrar a que se referem.
Menos mal que todos eles levam à mesma página, < http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/features/ > “Recursos do Firefox”.
Lá, consegui descobrir que o lápis corresponde a “Personalização poderosa” (embora não perceba correlação entre ideia e imagem) e a nave espacial é uma referência a “Acesso Universal”. A abelha, porém, permanece como insondável mistério, fora do alcance de minha alma simples, já que não achei qualquer referência a ela na página alvo.
Então vamos ao que há de novo de acordo com a Mozilla.
O Firefox aderiu à nova moda de trazer as abas para o topo da tela, dando fim à inútil barra título. Quando exibido em tela cheia, no lugar dela agora surgem, da esquerda para a direita, o novo “botão Firefox”, as abas, o quase imperceptível ícone do botão “Listar todas as abas” que mencionaremos adiante e os tradicionais botões de “minimizar”, “janela/tela inteira” e “fechar” de Windows (mas, se exibido em uma janela, a barra título reaparece, como se vê na figura).
O “botão Firefox” (seta 1, na figura), que se destaca por sua cor alaranjada e por ocupar a primeira posição na extinta barra título, assumiu as funções da barra de menu.
Um clique nele e surgem as entradas correspondentes ao agora desaparecido menu e mais alguma coisa, inclusive a navegação privativa e a configuração do Sync, este sim uma novidade genuína sobre a qual falaremos adiante.
Os botões “Favoritos” (2), “Parar/Recarregar” (3) e “Página inicial” (4) mudaram de posição: foram movidos para a direita da linha correspondente à caixa de endereços (5) que, agora, memoriza a lista de favoritos e sítios recentemente visitados e os exibe na forma de sugestões à medida que se digita o endereço. Infelizmente a caixa de endereços não incorporou as funções da caixa de pesquisas (6), que continua existindo e tomando espaço na mesma linha.
Mas agora ela é “inteligente” e oferece sugestões à medida que se digita um termo para pesquisa. E, caso você solicite a abertura de uma página que já está aberta, o Firefox 4 simplesmente moverá o foco para ela em vez de abrir uma duplicata (o que eu não sei se é uma coisa boa ou não; há ocasiões que o que se deseja é justamente abrir uma duplicata como quando se deseja consultar simultaneamente trechos diferentes de um texto).
Os botões “parar” e “recarregar” foram fundidos em um só. Pois os desenvolvedores do Firefox enxergaram o óbvio (que, não obstante, ainda não foi percebido pelos do IE que ainda exibe os dois botões): você jamais precisará de ambos simultaneamente. Então, quando a página está carregada aparece o botão “recarregar”. Que, enquanto a página está sendo carregada, é substituído pelo “parar”. Simples, pois não?
Mas tudo isto são refrescâncias. Vamos, então, ao que de fato me pareceu novidade.
A maioria delas são pequenos achados do tipo “como é que ninguém pensou nisso antes” e que, naturalmente, brevemente serão incorporadas aos demais programas navegadores. Dois bons exemplos são o “Listar todas as abas” já mencionado alguns parágrafos acima e o “Reabrir aba”.
O primeiro é um minúsculo botão que, por razões inexplicáveis, passa quase despercebido à direita da última aba aberta (na verdade, na extremidade direita da linha onde ficam as abas; se o Firefox estiver sendo exibido em tela cheia, ele se situará imediatamente antes dos ícones minimizar / tela cheia / fechar janela ali tradicionalmente situados).
Seu ícone tem a forma de um simples traço, ou hífen, e você terá que prestar muita atenção para percebê-lo (na figura está assinalado pela seta 7). Pois bem: um clique sobre ele mostra, em um menu tipo cortina, a lista de todas as abas abertas (que, se você ajustou seu Firefox 4 de acordo, será encimada pela entrada “Grupos de abas” relativa ao recurso “Panorama”, que discutiremos adiante, seguida de “Abas de outros computadores” caso você tenha aberto uma conta Sync, que também será adiante discutida).
Esta lista é o tipo da coisa útil para quem precisa pular rapidamente para uma determinada aba e não está disposto a decifrar o conteúdo do pequeno trecho do nome que aparece nas abas quando há muitas delas abertas simultaneamente. Seria bem melhor, naturalmente, se fosse possível arrastar diretamente desta lista o ícone de uma ou mais abas e com isto abri-las em uma nova instância do navegador. Mas, mesmo sem isto, é um bocado útil.
O outro achado é “Reabrir aba”. Imagine que você esteja no meio de um trabalho que exige pesquisar em um monte de páginas simultaneamente e, inadvertidamente, acabou de fechar justamente aquela de que mais vai precisar. Dureza, pois não? Bem, agora no Firefox 4 ela pode ser recuperada sem redigitar seu URL na caixa de endereços.
Basta executar um clique no botão “Firefox” para exibir suas opções, pousar o ponteiro na entrada “Histórico” (sem clicar, pois o clique fará se abrir a janela do histórico) e mover o ponteiro para a entrada “Reabrir aba”. Isto fará aparecer a lista das abas fechadas na sessão de trabalho corrente. Um clique na linha correspondente faz com que qualquer uma delas volte a se abrir.
Uma bobagem, como eu disse. Mas é o tipo da bobagem que pode poupar muito tempo e aborrecimento. Incidentalmente: se, em vez de fechar sem querer uma aba você fechou uma janela com todo seu conjunto de abas, pode reabri-la exatamente da mesma forma. A única coisa que muda é que você deverá pousar o cursor do mause em “Reabrir janela” em vez de “Reabrir aba” e escolher a janela desejada na lista que então se apresenta.
Os recursos que se destacam
Dentre os novos recursos incorporados ao Firefox 4, dois me pareceram especialmente dignos de atenção.
O primeiro deles é o “Panorama”.
Como tudo o que é novo, é preciso se habituar a ele e adquirir alguma destreza em seu uso. Mas, depois que você se acostumar e vencer as dificuldades iniciais, o Panorama se converterá em uma “mão na roda”.
“Panorama” é um novo recurso que permite organizar abas em grupos e trabalhar com os grupos independentemente, porém simultaneamente. Para quem usa muito a Internet para pesquisas e consultas por tópicos, facilita enormemente o trabalho.
Para usá-lo é preciso antes habilitá-lo, o que se faz clicando no botão Firefox, movendo o ponteiro do mause até “Opções” e clicando em “Personalizar barras”. Isto feito, é só procurar pelo ícone “Grupo de abas”, arrastá-lo para a barra de ferramentas e largá-lo lá.
Pronto.
Agora é começar a navegar e, quando necessário, abrir novas abas. Quando o número se tornar demasiadamente grande para que possam ser manejadas com facilidade, um clique no ícone do “Panorama” (que, em inglês, é mais convenientemente denominado “Tab groups”) criará um grupo com todas elas.
Mas que negócio de “grupo” é esse?
Bem, este é justamente o conceito sobre o qual se desenvolve a ideia do “Panorama”. Um grupo é exatamente o que o nome indica: um conjunto de abas.
Criado um, como acima descrito, um novo clique sobre o ícone do “Panorama” fará aparecer um painel contendo a janela do grupo com a miniatura de todas as abas.
É tudo o que você precisa para organizá-las. Experimente: arraste uma delas para fora do grupo e veja como ela passa a constituir um novo grupo. Arraste outras miniaturas de janelas do primeiro grupo para cima da segunda e elas serão movidas para o novo grupo.
Clique no ícone de uma das miniaturas de qualquer dos grupos e o Firefox ressurgirá com ela em primeiro plano e as demais do mesmo grupo ocupando as outras abas. Clique no ícone do Panorama e o painel dos grupos reaparecerá, permitindo criar novos grupos, acrescentar abas aos existentes, removê-las, movê-las e, se você desejar, batizar os grupos.
Em pouco tempo você terá todas as páginas devidamente organizadas, agrupadas em páginas correlatas obedecendo ao critério determinado por você e, se desejar, com nomes sugestivos atribuídos a cada grupo.
Parece um tanto confuso (e, no início, é mesmo), mas aposto que este recurso rapidamente conquistará os corações e mentes dos usuários do Firefox. Eu o achei formidável. E olhe que ainda não explorei nem metade de suas potencialidades.
O outro recurso que me pareceu notável (embora, a bem da verdade, não seja uma novidade absoluta porque o Chrome já incorpora algo muito parecido se não idêntico) é o Sync.
Sync é a forma que a Mozilla encontrou para fazer com que o usuário que usa o Firefox 4 em mais de um dispositivo possa passar de um para o outro e encontrar exatamente a mesma configuração, os mesmos favoritos, em suma, o mesmo navegador.
É o grande passo que a Mozilla dá na direção da nuvem.
Para usar o Sync é preciso antes criar uma conta. O que é fácil: clique no botão Firefox, acione a entrada “Configurar Sync” e siga as instruções. Não se esqueça de anotar a (longa) chave de segurança que é fornecida em um dos passos pois ela será necessária para efetuar a sincronização do programa nos demais dispositivos.
Criada a conta, basta instalar o Firefox 4 em cada um dos locais onde você pretende usá-lo (inclusive nos “telefones espertos” e quaisquer outros dispositivos móveis, como micros portáteis ou tabletes) e, neles, configurar o Sync usando a chave adrede anotada.
Daí para frente você poderá passar de um para o outro e seu navegador se comportará como se tivesse cuidadosamente anotado seus movimentos e configurações. Todos os seus dados de navegação, incluindo histórico, favoritos e mais o que for, estarão disponíveis em qualquer dos dispositivos.
Eu tenho usado algo parecido que não somente sincroniza as diferentes instalações do mesmo navegador em minhas diferentes máquinas como também sincroniza alguns dados, notadamente os “favoritos”, em todos os navegadores. Mas trata-se de um complemento (aliás, muito bom, o XMarks). Porém, incorporar a função ao próprio navegador é indiscutivelmente um avanço (embora não mantenha os favoritos sincronizados com os outros navegadores, como o XMarks).
Desempenho e padrões
Por último, mas não menos importante, há que ver como evoluiu o Firefox no que diz respeito à melhoria de desempenho e conformidade com os novos padrões.
Quanto ao desempenho, indiscutivelmente melhorou. Segundo a Mozilla, a nova versão está “mais de seis vezes mais rápida” que a anterior. E isto graças, essencialmente, aos mesmos recursos utilizados pelo IE9 e já discutidos aqui: gerenciamento mais eficiente de objetos JavaScript (seu novo motor de JavaScript foi batizado de “JagerMonkey”, um nome tão estranho quanto o “Chakra” do IE), suporte a ECMAScript5 e, como seria de esperar, aceleração de hardware.
De fato, acelerou. E muito.
Repetindo com o Firefox 4 os mesmos testes disponíveis na página “Internet Explorer "Test Drive" , percebe-se uma melhora significativa em relação à versão 3.x.
O problema é que esta melhoria ainda não foi suficiente para alcançar o avanço do IE9.
Isto fica claro comparando os resultados obtidos com alguns dos testes de rapidez (“Speed Demos”) da página < http://ie.microsoft.com/testdrive/Default.html > “Internet Explorer Test Drive”. E não cabe dizer que a página não é confiável porque foi desenvolvida pela MS para demonstrar as excelências de seu navegador pois se fosse assim o desempenho pífio da versão 3.x do Firefox teria se repetido na versão 4.
E isto claramente não ocorre.
Verifique por si mesmo. Se é que ainda não o fez, instale a versão 4 do Firefox e a versão 9 do IE, abra os dois navegadores em duas janelas colaterais, visite a página de testes, clique em “Speed Demos” (e não deixe de reparar no último atalho, “More Speed Demos”, que leva a dezenas de outros testes de rapidez), escolha alguns testes e execute-os em ambos os navegadores.
Há casos em que isto não é possível. Por exemplo: o teste “Window Performance”, que mede o tempo que as páginas levam para serem carregadas, não pode ser executado no Firefox porque nele ainda não foi implementada a interface “Navigation timing” desenvolvida pelo W3C.
E há casos em que o desempenho do Fireworks supera o do IE9, como o do teste “Shakespeare Tag Cloud”, em que uma “nuvem” de palavras é criada a partir de um texto de Shakespeare no qual o Firefox é cerca de três vezes mais rápido que o IE9 (na minha máquina, a nuvem de palavras baseada no texto extraído da comédia “Cymbeline” foi criada em 78 ms pelo IE e em apenas 24 ms pelo Firefox) ou do teste “HTML5 Sudoku”, onde o IE9 resolveu os quebra-cabeças em 10,551 s enquanto o Firefox o fez em inacreditáveis 1,543 s.
Mas estes foram a exceção, não a regra.
Procurando apenas os testes que não dependiam da atuação do usuário e apresentavam resultados numéricos, que podiam ser aferidos, cheguei aos seguintes resultados (obtidos nesta máquina que vos escreve; na sua os valores podem ser diferentes):no teste “Psychedelic Browsing” registrou-se um virtual empate: o IE9 rodou em 1.810 RPM contra 1.774 RPM do Firefox 4 (no modo “alucinogênico”: 610 para o IE, 599 para o Firefox);
o teste “Preschool”, que apela para os recursos de áudio e vídeo da HTML5, foi executado pelo Firefox em 10,795 s enquanto o IE9 o executou em 3,985 s; no teste “Mr. Potato Gun” tanto o IE quanto o Firefox rodaram em 60 quadros por segundo, mas o Firefox obteve apenas 14.704 pontos em 18,6 s enquanto o IE marcou 45.486 em 19,2 s;
o teste “Maze solver”, que avalia a capacidade de manejar estruturas “desenhadas” exclusivamente com os recursos das CSS, em um labirinto de 30x30 quadros o IE9 encontrou a solução em 18 s enquanto o Firefox levou 153 s;
no teste Galactic (aliás, belíssimo; se você tem uma boa placa de vídeo e uma tela de alta resolução, recomendo pela beleza das imagens) os planetas atingiram uma “velocidade” de 301,45 km/s no IE9 e apenas 189,39 km/s no Firefox;
o teste “Pulsating Bubbles” não apresenta resultados numéricos.
Mas rodando ambos lado a lado com o mesmo número de “bolhas” e no mesmo nível de ampliação (“zoom”), percebe-se claramente que as elipses se movimentam mais rapidamente na janela do IE9;
e, finalmente, meu preferido: o “FishIE Tank”.
Como mostrado na Figura, com um aquário povoado com mil peixes (o único valor que chegou a mostrar diferença), o IE9 consegue gerar 53 quadros por segundo enquanto o Firefox apenas chega a 44 quadros por segundo (e, curiosamente, como se percebe na figura, para mostrar o que teoricamente seria a mesma resolução, de 790x765 pixels, o Firefox exibe uma imagem bastante mais reduzida, fato para o qual não encontrei explicação).
Em resumo: comparando os resultados dos testes que independem da interferência do usuário, o IE9 mostrou-se significativamente mais rápido que o Firefox 4.
Por outro lado, mesmo com um desempenho ainda inferior ao do IE9, a versão 4 do Firefox representa um avanço extraordinário em relação à 3.x.
Já no quesito “aderência aos novos padrões”, e ainda apesar da enorme evolução experimentada entre as versões 8 e 9 do IE, este continua sendo vergonhosamente batido pela concorrência, seja pelo Chrome, o indiscutível campeão, seja, agora, pelo Firefox 4.
Isto pode ser claramente observado com uma simples visita ao sítio < http://html5test.com/ > “The HTML5 test”, que nada faz exceto aferir a conformidade do programa navegador que está efetuando a visita com o padrão HTML5. O sítio faz isto simplesmente interrogando o programa sobre o suporte a cada um de 400 recursos do novo padrão e atribuindo um ponto a cada recurso suportado.
O campeão indiscutível ainda é o Chrome, com seus ainda imbatíveis 288 pontos de um máximo possível de 400, seguido de perto pelo Firefox 4 com seus notáveis 255 pontos. E longe, na rabada, vem o pobre IE9, com seus míseros 130 pontos.
Uma derrota vergonhosa.
É verdade que, para o bem do IE9, o sítio lista cada um dos recursos suportados e não suportados agrupados por categorias. O que permite ao observador atento perceber que, nas categorias mais visíveis e de uso mais geral, como Canvas, Vídeo, Áudio e Novos Elementos, o IE9 não faz feio e ou empata ou até mesmo supera a concorrência.
Mas nas categorias Formulários, Armazenamento, “web workers” (uma interface que permite que rotinas, ou “threads”, rodem como um processo em segundo plano no programa navegador) e “web applications”, o IE9 faz vergonha. E bota vergonha nisso.
É certo que as categorias em que o IE9 apanha feio são justamente aquelas utilizadas no desenvolvimento de sítios interativos, cuja interatividade, presumo, a MS espera suprir com sua tecnologia Silverlight. Portanto, a falta de aderência aos padrões na maioria das situações sequer será percebida pelo usuário.
Mas nada justifica dar as costas aos padrões. Muito pelo contrário. A bem da verdade o IE não os abandonou, como é fácil perceber comparando suas versões 8 e 9. Mas, como se vê nos parágrafos acima, ainda não foi o bastante. Seguramente é preciso fazer mais.
O fato inconteste, no entanto, é que dados os trâmites por findos percebe-se que há três programas navegadores disputando renhidamente o mercado das máquinas da linha PC: Chrome, Firefox e IE.
O Chrome, cujo número de usuários não cessa de crescer desde o lançamento, é um excelente navegador. E agora os outros dois contendores lançaram suas novas versões carregadas de recursos.
Resultado: pela primeira vez há na praça três programas navegadores disputando o mercado e, preferências pessoais à parte, todos os três, sem favor nenhum, podem ser considerados primorosos.
Comemoremos.
Pois quem ganha com isto, não importa qual seja o navegador que mora no coração de cada um de nós, é o mercado.
E ganhar para variar, não deixa de ser uma coisa boa e nova. Pois, sempre é bom lembrar: o mercado somos nós. Que, no que toca ao embate com as empresas de tecnologia, estamos mais acostumados a apanhar que a ganhar...
Aproveitemos, pois...
B. Piropo Tweet
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TECNOLOGIA - Ontem e hoje. Acredite, amanhã será ainda mais barato e acessível !
A pouco mais de 15 meses, resolvi montar uma máquina rodando Windows, capaz de não me trazer problemas com os softwares que eu a priori, tinha feito cursos, me especializado e escolhido para trabalhar.
Os softwares em si nunca me trouxeram problemas, mas os seus plugins em alguns casos, a bem da verdade, eram os que causavam toda a dor de cabeça.
Com a evolução da arquitetura VST tudo passou a exigir uma demanda cada vez maior de processamento, memória e claro, paciência para aqueles que como eu, ainda não tinha em mãos uma máquina decente.
Hoje, VST 2.0, 2.1, 2.2, 2.3 e 2.4 exigem de sua máquina até o último suspiro de processamento e claro, são capazes realmente de trazer uma nova vertente de qualidade em todas as variáveis da produção. Seja um simples jingle, ou as mais arrojadas produções.
Em Dezembro de 2009, estávamos vivendo ao menos no Brasil, uma transição de sistema operacional que prometia revolucionar todos os parâmetros até então conhecidos. Entrava em cena o Windows 7, que prometia e cumpre uma estabilidade quase perfeita, e se aposentava, ao menos em passos morosos no decorrer de 2010 e 2011, o Windows Vista, que na minha opinião só é melhor do que o famigerado Windows Millenium - que é melhor esquecer que um dia existiu!
Pois bem. Muito pesquisei e cheguei ao sequinte setup:
Processador - Core i7 - 920/Box @2800 MHz , era o melhor custo benefício para essa nova tecnologia e me trouxe uma velocidade de processamento sem igual.
Placa Mãe - GigaByte - GA-EX58UD4P, foi escolhida pela arquitetura moderna e a possibilidade de trabalhar com 6 slots de memória, podendo utilizar a ferramenta Triple Channel.
Placa de Vídeo - Sapphire Tech Radeon HD 4870 - 2GB DDR5, o custo benefício era o mote dessa questão. Eram poucas as placas na época com 2GB DDR5 e a da Sapphire foi imbatível!
Memória - Kingston (9905403-011.a03FL) - 6x 2GB = 12 GB, mediante o investimento que sabia estar fazendo, foi um periférico que eu não me furtei a economizar. De longe não é a mais barata, mas sem dúvida é a que traz quase nenhum problema com o dispositivo, além da altíssima performance.
Monitor de Vídeo 1 - AOC 21" , foi adquirido pela enorme pesquisa que fiz entre todos os monitores. Custo benefício, arrojo, leve e uma das melhores resoluções com a qual já trabalhei.
Monitor Vídeo 2 - LG - GDM001 - 32" ( SCARLET II ), eu já estava maravilhado com o desempenho do AOC, mas queria uma TV para o estúdio(sou viciado em trabalhar com a tv ligada). Para minha surpresa quando a liguei no PC, fiquei ainda mais maravilhado e desde então uso a TV como monitor.
Armazenamento - 7x SAMSUNG HD154UI (1,5 TB) = 10,5TB, foi escolhido pela maravilha que é esse fabricante. Já usei outras marcas e tive problemas. Com a Samsung nunca tive qualquer problema e por isso, só corri atrás do melhor preço.
Sistema Operacional - Windows 7 Professional /64Bits, foi escolhido basicamente pela possibilidade de trabalhar com bancos de memórias acima de 3GB. Todos sabem que qualquer sistema operacional de 32Bits é limitado a 3GB de memória. Portanto, não tinha escolha.
Monitor de Áudio 1- Yamaha HS80,testei várias marcas: Alesis, KRK, Bheringer, Mackie e o que melhor me agradou foi mesmo o HS80 da Yamaha. Nesse caso só tive que correr pelo melhor preço de mercado.
Monitor de Áudio 2 - Sennheiser HD280 PRO,também perdi muito tempo testando inúmeras marcas e modelos. De todos, o HD280 PRO foi de longe o melhor. Fiel nas altas, médias e baixas frequências. INIGUALÁVEL.
Placa de Áudio - M-Audio - Fast Track Pro, para desenvolver o trabalho que eu tenho em mente, foi o melhor custo benefício entre as interfaces via USB. Algumas opções em PCI como a Delta 1010LT me atenderia e muito, mas já estava farto de PCI e suas eventuais TPM mensais ( placas de som PCI tem TPM sim, pode acreditar) e acabei vendendo a minha Delta.
Gabinete - CoolerMaster - Cosmo 1000(6baias), foi o único que me atendeu para utilizar 6 HD's espetados simultaneamente e com a opção de E-sata do lado externo. Corri, corri, corri...chorei, chorei, chorei, chorei e paguei.É lindo,moderno e muito funcional, mas ainda choro pelo preço!
Cooler - CoolerMaster - V10 foi escolhido pelo excesso de medo que eu ainda tenho em relação a tecnologia water cooler. Já tentaram tirar esse medo, mas eu continuo achando que um dia essa porcaria pode furar...jogar esse líquido no interior do PC...Chega! Deixa pra lá! Fiquei com o V10 que é o melhor e confesso a todos que trabalho e durmo muito bem!
Controlador Midi 1 - Axiom 25 , escolhi porque tinha certeza de que me atenderia e bem para música eletrônica. Não tinha qualquer parâmetro ou experiência para isso, mas o escolhi pela praticidade. Não me arrependo!
Controlador Midi 2 - Axiom 49, esse foi o penúltimo componente que chegou ao estúdio. Veio pouco antes de eu ficar maravilhado com a TV. Nesse caso, é a típica situação que dinheiro na mão é vendaval. Um amigo ofereceu, sabendo que estava montando meu estúdio, deixou uma semana para testá-lo e ele não saiu mais daqui. Outro choro, mas não me arrependo!
Fonte - Na época eu só procurei pela Seven Team e no momento a de 850W dão conta com sobra.
Esse setup custou exatos R$ 16.000,00 e definitivamente posso trabalhar sobre qualquer plataforma disponível para PC sem nenhuma de dor de cabeça. Até hoje, amigos convidados que trabalham nessa máquina dizem que é preciso ter capacete e cinto de segurança de 3 pontas, pois eles juram que voam baixo no PC.
Mas o tempo passou...exatos 15 meses e muita coisa chegou nesse período. Resolvi então fazer um exercício e entender de fato se podemos montar um Setup com os mesmo R$ 16.000,00 corrigidos pela inflação, o que virou R$ 17.995,49 ou arredondados R$ 18.000,00.
PROCESSADOR - Então começou a loucura e fui atrás do melhor processador do mercado e cheguei ao Core i7 990X Extreme Edition, soquete LGA 1366, 32nm, 3.46GHz, Six-Core, 6x 256KB L2 Cache 12MB L3 Cache, Intel QPI Speed: 6.4 GT/s, 130W - Míseros R$2690,00, deu até dor no peito, mas como eu mesmo me propus esse exercício, vou continuar...mas já estou chorando !
Depois vem a placa mãe e rodei até achar uma que fosse a campeã.
PLACA MÃE - Intel DX58SO2 Extreme Edition: Seis soquetes de 240 pinos para DIMMs (Dual Inline Memory Module) DDR3 SDRAM, Suporte para DIMMs DDR3 1600+ /1333/1066 MHz, Suporte para memória de sistema de até 48 GB, Chipset Intel X58 Express, áudio: Subsistema de áudio com 10 canais (multi-streaming independente 7.1+ 2) com seis saídas de áudio analógicas com porta de saída óptica S/PDIF, Subsistema de Dual LAN Gigabit (10/100/1000 Mbits/s) usando duas Controladoras Gigabit Ethernet Intel, Interfaces periféricas: Duas portas SuperSpeed USB 3.0, Doze portas USB 2.0, Duas portas seriais ATA de 6.0 Gb/s, Seis portas seriais ATA 3.0 Gb/s, duas portas eSATA externas, Duas portas/cabeçalhos IEEE 1394a (1 externa/1 cabeçalho), Receptor e emissor infravermelho de consumo.
Garantia: 3 anos - Míseros R$ 812,00.
PLACA DE VÍDEO - Como eu gostei muito do desempenho da Sapphiretech, resolvi manter o fabricante e escolhi a HD6970 2GB GDDR5 BFBC2, lançada recentemente - ATI Radeon HD6970 2GB DDR5, Core Clock: 880 MHz, Memory Clock: 5500 MHz, Memory Interface: 256-bit, Bus: PCI-Express 2.0 x16, RAMDAC: 400 MHz, Stream Processors: 1536, Max. Resolution: 2560 x 1600, Connectors: Dual DVI; HDMI; 2x Mini DisplayPort. Excelente placa ! Preço R$ 1200,00
MEMÓRIA - Apesar de gostar e muito da Kingston, achei melhor o custo benefício da Corsair -4GB DDR3 - 1333 CL9-9-9-24, pela bagatela de R$ 350,00, cada pente. Não conheço a Corsair, mas é bem falada no mercado e só posso me prender a isso.
MONITOR DE VÍDEO - Continuando com a vantagem de ter uma TV, optei pela Samsung LN40C530 LCD Plana 40 Polegadas , excelente produto mesmo não tendo entrada RGB/PC, mas conta com 3 entradas HDMI e sendo assim, me serve e muito. Preço: R$ 1499,00
ARMAZENAMENTO - Hoje o melhor dispositivo de armazenamento seria os SSD's, mas infelizmente ainda contam com um preço caro mediante ao seu tamanho em espaço físico. Na minha opinião uma boa opção ainda é o SATA e o escolhido foi o Western Digital - WD2002FAEX - 2TB 7200 RPM 64MB Cache SATA 6.0Gb/s 3.5 com garantia de 5 anos.Preço:R$487,00
Monitor de Audio1. Por uma questão de mero costume, continuaria com os HS80 da Yamaha, pois estou muito acostumado a eles.Para surpresa minha, o preço continua hoje o mesmo. R$2.000,00 o par.
Monitor de audio 2 - Não trocaria o meu HD280 Pro da Sennheiser.Pratico, leve, confortável e atende muito bem as minhas necessidades.Preço R$ 500,00
PLACA DE ÁUDIO - Mudaria com algum pesar para a Fast Track Ultra, pois a Fast Track Pro me atende muito bem. Preço R$ 900,00
GABINETE - Por conta de ter 6 baias e por isso não me causar nenhum aquecimento continuo com o CoolerMaster COSMO 1000RC - preço R$ 700,00
COOLER - Também ficaria com o V10. Acho que ainda não tem nada melhor. E pela experiência que eu tive com ele, vai ser difícil uma máquina esquentar seu processador com ele.Preço: R$ 285,00
CONTROLADOR MIDI - Apesar de ter gostado muito do Axiom, hoje optaria pela Novation MKII 49. Ótimos recursos para uma produção ou mesmo uma apresentacao ao vivo. Preço R$ 2.000,00
FONTE - Pelos cálculos feitos acho que uma fonte de 850W dariam bem , mas com uma folga relativamente pequena(15%) e o ideal é trabalhar com uma folga de 50%, ou perto disso.
Sendo assim , como trabalho há muito tempo com a Seven Team, resolvi optar pela fonte de 1200W, mesmo sabendo que uma fonte de 1000W resolveria, mas por míseros R$ 100,00 a mais , leva-se mais 200W. Sendo assim a fonte de 1200W custa R$740,00
CONCLUSÃO :
Hoje esse exercício me deu a certeza de que uma máquina TOP tem o seu preço "congelado", embora a tecnologia seja muito maior.
A julgar pela minha máquina montada em Dezembro de 2009 e a máquina montada nesse exercício, é nítido o salto em desempenho. Chega a ser 4 vezes melhor ou até mais !
Portanto, é possível afirmar que de uma maneira geral a tecnologia está ficando cada dia mais barata e tornando-se acessível numa crescente estável e duradoura.
Claro que a estabilidade da moeda ajuda, mas ainda é preciso que o governo olhe para as importações com um pouco menos de gula. A outra opção seria se o mesmo governo guloso nas taxas de importação, se dispusesse a incentivar pequenas e médias empresas a apostarem na tecnologia nacional de ponta. Parece utopia, mas é verdade e esse é o caminho para o desenvolvimento!
Somos o número um em tantas coisas produzidas, desenvolvidas e feitas aqui no Brasil como: amplicadores de potência da Studio R, processadores e conversores de linha da Pentacústica, auto falantes da Selenium, sistemas de caixas de som como os da FZ, que não nos custa sonhar.
Termino esse exercício, ainda mais empolgado e com a certeza que os próximos 15 meses serão ainda mais tecnológicos. Muitas novidades vão chegar e trarão um desempenho ainda melhor por um custo cada dia menor.
Espero contudo, que o nosso governo não continue faminto e guloso nas taxas de importação ou, que ao menos, mude a atual política de incentivo à tecnologia pois confesso que ficaria feliz se tivesse em mãos essa mesma tecnologia de ponta fabricada no Brasil.
ANDERSON SANTOS DJ Tweet
Os softwares em si nunca me trouxeram problemas, mas os seus plugins em alguns casos, a bem da verdade, eram os que causavam toda a dor de cabeça.
Com a evolução da arquitetura VST tudo passou a exigir uma demanda cada vez maior de processamento, memória e claro, paciência para aqueles que como eu, ainda não tinha em mãos uma máquina decente.
Hoje, VST 2.0, 2.1, 2.2, 2.3 e 2.4 exigem de sua máquina até o último suspiro de processamento e claro, são capazes realmente de trazer uma nova vertente de qualidade em todas as variáveis da produção. Seja um simples jingle, ou as mais arrojadas produções.
Em Dezembro de 2009, estávamos vivendo ao menos no Brasil, uma transição de sistema operacional que prometia revolucionar todos os parâmetros até então conhecidos. Entrava em cena o Windows 7, que prometia e cumpre uma estabilidade quase perfeita, e se aposentava, ao menos em passos morosos no decorrer de 2010 e 2011, o Windows Vista, que na minha opinião só é melhor do que o famigerado Windows Millenium - que é melhor esquecer que um dia existiu!
Pois bem. Muito pesquisei e cheguei ao sequinte setup:
Processador - Core i7 - 920/Box @2800 MHz , era o melhor custo benefício para essa nova tecnologia e me trouxe uma velocidade de processamento sem igual.
Placa Mãe - GigaByte - GA-EX58UD4P, foi escolhida pela arquitetura moderna e a possibilidade de trabalhar com 6 slots de memória, podendo utilizar a ferramenta Triple Channel.
Placa de Vídeo - Sapphire Tech Radeon HD 4870 - 2GB DDR5, o custo benefício era o mote dessa questão. Eram poucas as placas na época com 2GB DDR5 e a da Sapphire foi imbatível!
Memória - Kingston (9905403-011.a03FL) - 6x 2GB = 12 GB, mediante o investimento que sabia estar fazendo, foi um periférico que eu não me furtei a economizar. De longe não é a mais barata, mas sem dúvida é a que traz quase nenhum problema com o dispositivo, além da altíssima performance.
Monitor de Vídeo 1 - AOC 21" , foi adquirido pela enorme pesquisa que fiz entre todos os monitores. Custo benefício, arrojo, leve e uma das melhores resoluções com a qual já trabalhei.
Monitor Vídeo 2 - LG - GDM001 - 32" ( SCARLET II ), eu já estava maravilhado com o desempenho do AOC, mas queria uma TV para o estúdio(sou viciado em trabalhar com a tv ligada). Para minha surpresa quando a liguei no PC, fiquei ainda mais maravilhado e desde então uso a TV como monitor.
Armazenamento - 7x SAMSUNG HD154UI (1,5 TB) = 10,5TB, foi escolhido pela maravilha que é esse fabricante. Já usei outras marcas e tive problemas. Com a Samsung nunca tive qualquer problema e por isso, só corri atrás do melhor preço.
Sistema Operacional - Windows 7 Professional /64Bits, foi escolhido basicamente pela possibilidade de trabalhar com bancos de memórias acima de 3GB. Todos sabem que qualquer sistema operacional de 32Bits é limitado a 3GB de memória. Portanto, não tinha escolha.
Monitor de Áudio 1- Yamaha HS80,testei várias marcas: Alesis, KRK, Bheringer, Mackie e o que melhor me agradou foi mesmo o HS80 da Yamaha. Nesse caso só tive que correr pelo melhor preço de mercado.
Monitor de Áudio 2 - Sennheiser HD280 PRO,também perdi muito tempo testando inúmeras marcas e modelos. De todos, o HD280 PRO foi de longe o melhor. Fiel nas altas, médias e baixas frequências. INIGUALÁVEL.
Placa de Áudio - M-Audio - Fast Track Pro, para desenvolver o trabalho que eu tenho em mente, foi o melhor custo benefício entre as interfaces via USB. Algumas opções em PCI como a Delta 1010LT me atenderia e muito, mas já estava farto de PCI e suas eventuais TPM mensais ( placas de som PCI tem TPM sim, pode acreditar) e acabei vendendo a minha Delta.
Gabinete - CoolerMaster - Cosmo 1000(6baias), foi o único que me atendeu para utilizar 6 HD's espetados simultaneamente e com a opção de E-sata do lado externo. Corri, corri, corri...chorei, chorei, chorei, chorei e paguei.É lindo,moderno e muito funcional, mas ainda choro pelo preço!
Cooler - CoolerMaster - V10 foi escolhido pelo excesso de medo que eu ainda tenho em relação a tecnologia water cooler. Já tentaram tirar esse medo, mas eu continuo achando que um dia essa porcaria pode furar...jogar esse líquido no interior do PC...Chega! Deixa pra lá! Fiquei com o V10 que é o melhor e confesso a todos que trabalho e durmo muito bem!
Controlador Midi 1 - Axiom 25 , escolhi porque tinha certeza de que me atenderia e bem para música eletrônica. Não tinha qualquer parâmetro ou experiência para isso, mas o escolhi pela praticidade. Não me arrependo!
Controlador Midi 2 - Axiom 49, esse foi o penúltimo componente que chegou ao estúdio. Veio pouco antes de eu ficar maravilhado com a TV. Nesse caso, é a típica situação que dinheiro na mão é vendaval. Um amigo ofereceu, sabendo que estava montando meu estúdio, deixou uma semana para testá-lo e ele não saiu mais daqui. Outro choro, mas não me arrependo!
Fonte - Na época eu só procurei pela Seven Team e no momento a de 850W dão conta com sobra.
Esse setup custou exatos R$ 16.000,00 e definitivamente posso trabalhar sobre qualquer plataforma disponível para PC sem nenhuma de dor de cabeça. Até hoje, amigos convidados que trabalham nessa máquina dizem que é preciso ter capacete e cinto de segurança de 3 pontas, pois eles juram que voam baixo no PC.
Mas o tempo passou...exatos 15 meses e muita coisa chegou nesse período. Resolvi então fazer um exercício e entender de fato se podemos montar um Setup com os mesmo R$ 16.000,00 corrigidos pela inflação, o que virou R$ 17.995,49 ou arredondados R$ 18.000,00.
PROCESSADOR - Então começou a loucura e fui atrás do melhor processador do mercado e cheguei ao Core i7 990X Extreme Edition, soquete LGA 1366, 32nm, 3.46GHz, Six-Core, 6x 256KB L2 Cache 12MB L3 Cache, Intel QPI Speed: 6.4 GT/s, 130W - Míseros R$2690,00, deu até dor no peito, mas como eu mesmo me propus esse exercício, vou continuar...mas já estou chorando !
Depois vem a placa mãe e rodei até achar uma que fosse a campeã.
PLACA MÃE - Intel DX58SO2 Extreme Edition: Seis soquetes de 240 pinos para DIMMs (Dual Inline Memory Module) DDR3 SDRAM, Suporte para DIMMs DDR3 1600+ /1333/1066 MHz, Suporte para memória de sistema de até 48 GB, Chipset Intel X58 Express, áudio: Subsistema de áudio com 10 canais (multi-streaming independente 7.1+ 2) com seis saídas de áudio analógicas com porta de saída óptica S/PDIF, Subsistema de Dual LAN Gigabit (10/100/1000 Mbits/s) usando duas Controladoras Gigabit Ethernet Intel, Interfaces periféricas: Duas portas SuperSpeed USB 3.0, Doze portas USB 2.0, Duas portas seriais ATA de 6.0 Gb/s, Seis portas seriais ATA 3.0 Gb/s, duas portas eSATA externas, Duas portas/cabeçalhos IEEE 1394a (1 externa/1 cabeçalho), Receptor e emissor infravermelho de consumo.
Garantia: 3 anos - Míseros R$ 812,00.
PLACA DE VÍDEO - Como eu gostei muito do desempenho da Sapphiretech, resolvi manter o fabricante e escolhi a HD6970 2GB GDDR5 BFBC2, lançada recentemente - ATI Radeon HD6970 2GB DDR5, Core Clock: 880 MHz, Memory Clock: 5500 MHz, Memory Interface: 256-bit, Bus: PCI-Express 2.0 x16, RAMDAC: 400 MHz, Stream Processors: 1536, Max. Resolution: 2560 x 1600, Connectors: Dual DVI; HDMI; 2x Mini DisplayPort. Excelente placa ! Preço R$ 1200,00
MEMÓRIA - Apesar de gostar e muito da Kingston, achei melhor o custo benefício da Corsair -4GB DDR3 - 1333 CL9-9-9-24, pela bagatela de R$ 350,00, cada pente. Não conheço a Corsair, mas é bem falada no mercado e só posso me prender a isso.
MONITOR DE VÍDEO - Continuando com a vantagem de ter uma TV, optei pela Samsung LN40C530 LCD Plana 40 Polegadas , excelente produto mesmo não tendo entrada RGB/PC, mas conta com 3 entradas HDMI e sendo assim, me serve e muito. Preço: R$ 1499,00
ARMAZENAMENTO - Hoje o melhor dispositivo de armazenamento seria os SSD's, mas infelizmente ainda contam com um preço caro mediante ao seu tamanho em espaço físico. Na minha opinião uma boa opção ainda é o SATA e o escolhido foi o Western Digital - WD2002FAEX - 2TB 7200 RPM 64MB Cache SATA 6.0Gb/s 3.5 com garantia de 5 anos.Preço:R$487,00
Monitor de Audio1. Por uma questão de mero costume, continuaria com os HS80 da Yamaha, pois estou muito acostumado a eles.Para surpresa minha, o preço continua hoje o mesmo. R$2.000,00 o par.
Monitor de audio 2 - Não trocaria o meu HD280 Pro da Sennheiser.Pratico, leve, confortável e atende muito bem as minhas necessidades.Preço R$ 500,00
PLACA DE ÁUDIO - Mudaria com algum pesar para a Fast Track Ultra, pois a Fast Track Pro me atende muito bem. Preço R$ 900,00
GABINETE - Por conta de ter 6 baias e por isso não me causar nenhum aquecimento continuo com o CoolerMaster COSMO 1000RC - preço R$ 700,00
COOLER - Também ficaria com o V10. Acho que ainda não tem nada melhor. E pela experiência que eu tive com ele, vai ser difícil uma máquina esquentar seu processador com ele.Preço: R$ 285,00
CONTROLADOR MIDI - Apesar de ter gostado muito do Axiom, hoje optaria pela Novation MKII 49. Ótimos recursos para uma produção ou mesmo uma apresentacao ao vivo. Preço R$ 2.000,00
FONTE - Pelos cálculos feitos acho que uma fonte de 850W dariam bem , mas com uma folga relativamente pequena(15%) e o ideal é trabalhar com uma folga de 50%, ou perto disso.
Sendo assim , como trabalho há muito tempo com a Seven Team, resolvi optar pela fonte de 1200W, mesmo sabendo que uma fonte de 1000W resolveria, mas por míseros R$ 100,00 a mais , leva-se mais 200W. Sendo assim a fonte de 1200W custa R$740,00
CONCLUSÃO :
Hoje esse exercício me deu a certeza de que uma máquina TOP tem o seu preço "congelado", embora a tecnologia seja muito maior.
A julgar pela minha máquina montada em Dezembro de 2009 e a máquina montada nesse exercício, é nítido o salto em desempenho. Chega a ser 4 vezes melhor ou até mais !
Portanto, é possível afirmar que de uma maneira geral a tecnologia está ficando cada dia mais barata e tornando-se acessível numa crescente estável e duradoura.
Claro que a estabilidade da moeda ajuda, mas ainda é preciso que o governo olhe para as importações com um pouco menos de gula. A outra opção seria se o mesmo governo guloso nas taxas de importação, se dispusesse a incentivar pequenas e médias empresas a apostarem na tecnologia nacional de ponta. Parece utopia, mas é verdade e esse é o caminho para o desenvolvimento!
Somos o número um em tantas coisas produzidas, desenvolvidas e feitas aqui no Brasil como: amplicadores de potência da Studio R, processadores e conversores de linha da Pentacústica, auto falantes da Selenium, sistemas de caixas de som como os da FZ, que não nos custa sonhar.
Termino esse exercício, ainda mais empolgado e com a certeza que os próximos 15 meses serão ainda mais tecnológicos. Muitas novidades vão chegar e trarão um desempenho ainda melhor por um custo cada dia menor.
Espero contudo, que o nosso governo não continue faminto e guloso nas taxas de importação ou, que ao menos, mude a atual política de incentivo à tecnologia pois confesso que ficaria feliz se tivesse em mãos essa mesma tecnologia de ponta fabricada no Brasil.
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segunda-feira, 28 de março de 2011
Intel lança linha mais barata de SSDs
A Intel anunciou nesta segunda-feira (28/03) sua nova linha de SSDs, nomeada "320 Series", na qual os dispositivos utilizam chips de memória NAND flash MLC (multi-level cell) e podem ter uma capacidade de até 600Gb.
Os novos discos são baseados na tecnologia de 25 nanômetros. Serão distribuídas versões 2.5" de 40Gb, 80Gb, 120Gb, 160Gb, 300Gb e 600Gb; e versões 1.8" de 80Gb, 160Gb e 300Gb. O preço pode variar de US$ 89 a US$ 1.069 para ambas as versões.
Os discos SSD são conhecidos por melhorar a performance dos computadores, além de oferecerem maior proteção ao armazenamento dos dados. Quedas e pancadas, por exemplo, não comprometem a integridade das informações.
Abaixo, veja um vídeo do alto desempenho dos SSDs:
Reparem que no final do vídeo mostra que os dos notes, são rigorosamente iguais. Portanto, trata-se unica e exclusivamente de uma tecnologia nova q tem um desempenho muito melhor.
Doideira,né? Pouco mais de 21 segundos para dar um boot
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Qual a melhor marca de TV ou Monitor, LCD ou LED?
Depois das festas de Natal e Ano Novo, todo mundo sabe que Janeiro vem recheado de super ofertas em todos os seguimentos do mercado.
Nesse ano de 2011 parece que em especial os eletro-eletrônicos continuam numa avalanche de super-ofertas que se alonga até os dias de hoje.
Você que está querendo comprar um Monitor ou TV LCD ou Led FullHD e está em dúvida, ou quer saber quais as marcas de TV’s mais vendidas hoje no mercado brasileiro, seja por custo-benefício ou beleza, abaixo seguem duas listas, uma para a tecnologia LED e outra para o LCD.
Modelos e marcas de TV LED
01. Philips (Maior brilho e gama de cores)
02. Samsung (Melhor visual e acabamento)
03. LG (Melhor contraste)
04. Sony (Melhor qualidade de áudio)
05.Toshiba (Marca de grande tradição)
Marcas e modelos de TV LCD
01. LG (Alguns produtos são de 1º, outros nem tanto)
02. Samsung (Recomendo)
03. Sony (Muito bom, porém preço salgado)
04. Philips (Hoje já tem melhopres)
05. AOC (Melhor preço, mas baixa qualidade no acabamento)
06. Panasonic (Já foi uma das agrandes, hoje vende pouco)
COM BASE NESSES DADOS, FICA MUITO MAIS FÁCIL O AMIGO LEITOR DO BLOG PESQUIZAR NA SUA CIDADE QUAL É O MELHOR CUSTO BENEFÍCIO PARA SEU ESTÚDIO OU RESIDÊNCIA !!!
Sabemos que de município em município os valores podem variar demais. Imaginem então se tivermos que cotar em Estados, Regiões ou até mesmo no país inteiro.
Outra questão é o frete, se comprarmos em regiões distantes, há sempre que ficar explícito no ato da compra, quanto será o frete. Tweet
Nesse ano de 2011 parece que em especial os eletro-eletrônicos continuam numa avalanche de super-ofertas que se alonga até os dias de hoje.
Você que está querendo comprar um Monitor ou TV LCD ou Led FullHD e está em dúvida, ou quer saber quais as marcas de TV’s mais vendidas hoje no mercado brasileiro, seja por custo-benefício ou beleza, abaixo seguem duas listas, uma para a tecnologia LED e outra para o LCD.
Modelos e marcas de TV LED
01. Philips (Maior brilho e gama de cores)
02. Samsung (Melhor visual e acabamento)
03. LG (Melhor contraste)
04. Sony (Melhor qualidade de áudio)
05.Toshiba (Marca de grande tradição)
Marcas e modelos de TV LCD
01. LG (Alguns produtos são de 1º, outros nem tanto)
02. Samsung (Recomendo)
03. Sony (Muito bom, porém preço salgado)
04. Philips (Hoje já tem melhopres)
05. AOC (Melhor preço, mas baixa qualidade no acabamento)
06. Panasonic (Já foi uma das agrandes, hoje vende pouco)
COM BASE NESSES DADOS, FICA MUITO MAIS FÁCIL O AMIGO LEITOR DO BLOG PESQUIZAR NA SUA CIDADE QUAL É O MELHOR CUSTO BENEFÍCIO PARA SEU ESTÚDIO OU RESIDÊNCIA !!!
Sabemos que de município em município os valores podem variar demais. Imaginem então se tivermos que cotar em Estados, Regiões ou até mesmo no país inteiro.
Outra questão é o frete, se comprarmos em regiões distantes, há sempre que ficar explícito no ato da compra, quanto será o frete. Tweet
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quinta-feira, 24 de março de 2011
LG MEDIA BOX, seu estúdio sem fio e mais conectividade
A LG trouxe uma solução para uso residencial que pode ser de grande uso para os estúdios de todos os portes. Trata-se do Media Box, um equipamento que pode agregar nele diversos dispositivos de mídia, dentre várias conexões, e transformar seu estúdio num ambiente com muito mais conectividade.
As possibilidades são inúneras, e no meu caso, estou testando como retorno de vídeo, dentro do aquário! Tem funcionado bem e ajudado muito na hora da de por a voz em algumas gravações. Por outro lado usar a mesma tecnologia em tablets, traz ainda mais mobilidade.
Assista ao vídeo e curta as inúmeras funcionabilidads do LG Media Box
O que eu faço é conectar meu pc ao Media Box, e dele distribuir em até 6 monitores.( atualmente aquário,sala de bateria, recepção e técnica)
Confere essa novidade, por pouco mais de R$1.000,00 voc~e pode ter toda essa conectividade a serviço do seu trabalho, ou mesmo numa hora de pausa e diversão!
ANDERSON SANTOS DJ Tweet
As possibilidades são inúneras, e no meu caso, estou testando como retorno de vídeo, dentro do aquário! Tem funcionado bem e ajudado muito na hora da de por a voz em algumas gravações. Por outro lado usar a mesma tecnologia em tablets, traz ainda mais mobilidade.
Assista ao vídeo e curta as inúmeras funcionabilidads do LG Media Box
O que eu faço é conectar meu pc ao Media Box, e dele distribuir em até 6 monitores.( atualmente aquário,sala de bateria, recepção e técnica)
Confere essa novidade, por pouco mais de R$1.000,00 voc~e pode ter toda essa conectividade a serviço do seu trabalho, ou mesmo numa hora de pausa e diversão!
ANDERSON SANTOS DJ Tweet
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NATIVE INSTRUMENTS - RAZOR
A Native instruments acaba de lançar um synth aditivo com inúmeros recursos internos. Trata-se do RAZOR, um synth que promete dar um salto em qualidade em suas produções.
( ( CLIQUE NA FOTO PARA AUMENTAR ) )
Tudo porque na plataforma do plugin, será possível controlar vários osciladores,polifonia,reverb,delay,echo,vocoders e muito mais.
Razor pode te servir como um bom pad, trazendo uma ambiência nova e agradável, um lead de corpo e estrutura ou mesmo levadas bem hard sejam no bass line ou em qualquer situação.
A Native Instruments em seu site, faz um teste cego com seus clientes e mostra primeiro o "som" desse poderos synth, e depois mostra a sua platafora. Aqui faremos o mesmo !
Logo depois de ouvir alguns resultados do synth, trazemos a você o vídeo promocional da fabricante e na sequência um tutorial.
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quarta-feira, 23 de março de 2011
Review: Firefox 4
Conheça as novidades da versão, que chegou com uma bela repaginada no visual e algumas funções inexistentes até então.
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USB3 e Thunderbolt chegaram: O que eles significam para DJing?
Quando o se trata de conexões é USB 2.O, é sabido que o dispositivo reina durante muitos anos.Firewire, apesar de suas especificações superiores, quando se trata de áudio, não conseguiu ganhar uma posição real no mundo das interfaces de áudio para DJ.Aliado a isso a facilidade e resposta do dispositivo USB 2.0 vem ditando o mercado.
USB 3.0 foi lançado discretamente e sem pompa a pouco mais de um ano, e a Apple apresentou recentemente a inclusão de uma tecnologia totalmente nova dentro de suas últimas MacBook Prós: Thunderbolt.
Quais são os benefícios dessas novas tecnologias?
SPEED - A velocidade não foi o grande trunfo quando surgiram USB 2.0 e Firewire - mas este gráfico mostra o quanto mais rápido USB3 e Thunderbolt é do que uma interface da geração atual.
Há uma outra vantagem na questão da velocidade das novas tecnologias 3.0 sobre USB 2.0, e isso se dá pela engenharia full duplex de transferência de dados - informações podem ser enviados e recebidos, ao mesmo tempo, e que leva a um sinal de dados muito mais estável, diminuindo a propensão seu áudio de falhar.
Thunderbolt é capaz de transferir dados a 10 Gbps, o dobro do USB 3.0, mas mesmo USB 3.0 é dez vezes mais rápido que USB 2.0 - abrindo as portas para vários canais de banda larga e áudio de baixa latência.
COMPATIBILIDADE -USB 3.0 é sendo compatível com dispositivos USB 2.0, Ainda que o usuário use uma ferramanta qualquer 3.0 tendo em sua máquina uma porta 2.0, a USB 3.0 leva ligeira vantagem nesse gargalo.
Tudo indica que os fabricantes de computadores vão integrar a tecnologia 3,0 em suas configurações, em pouco tempo e sem que as pessoas percebam.
O Colossal casamento entre a Intel e a Apple, as duas fabricantes por trás do Thunderbolt, significa quebrar alguns tabús. A intel ainda precisa rever sua política de planejamento visto que seus chipsets ainda não são capazes de receber a teclogia 3.0 de imediato, e a por suas vez a Apple não lançou e nem fez qualquer menção a tecnologia 3.0 em suas maquinas.
De de fato vimos Apple introduzir Thunderbolt, mas não USB 3.0 sobre o novo MacBook Pros - e é uma aposta bastante seguro supor que eles vão fazê-lo em outros produtos Mac (e talvez no IPAD), em futuras versoes.
Mais que apenas um nome - Há mais que um raio e um nome pomposo!
Thunderbolt é, essencialmente, a junção de dois protocolos em um único cabo: DisplayPort e PCI Express. É possívem então ter a capacidade cascateável para até seis aparelhos, para uma única porta o que o torna uma hun de altíssima performance e sem gargalos .
Assim, é capaz de ser o portal(hub) para um monitor, interface de áudio, um par de controladores de alta resolução , uma unidade externa e uma porta USB3 para um dispositivo de armazenamento portátil, podendo ser usado ao mesmo tempo, full time, e sem risco de travamentos ou gargalos.
o Futuro -
Agora é claro, temos que esperar o produto chegar de fato a todos os computadores e com isso testar na prática. Testar a enorme capacidade de transferir dados e gerenciar dispositivos USB funcionando em paralelo e diminuindo a flamigerada latência...pavor de todo e qualquer home studio.
Testar a capacidade de trabalhar com dois ou mais computadores trabalhando juntos , e não mais em paralelo. Interagindo simultaneamente com dois usuários.
Anderson Santos DJ Tweet
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domingo, 20 de março de 2011
Você acha que já viu tudo em termos de controladoras midi? By DaV1t
Você acha que já viu tudo em termos de controladoras midi?
Além dos controladores midi convencionais como teclados, voltados a produção musical, temos os voltados a discotecagem, como o S4 da Native Instruments, Akai apc 40 e o DN MC-6000, abordado no meu ultimo artigo
(se você perdeu e ficou curioso para conhecer essa controladora, clique aqui.)
Nessa última categoria, vimos várias inovações oriundas de adaptações feitas em objetos voltados para outros fins a linguagem midi.
Iphone, Ipads e controles do Nintendo Wii se tornaram relativamente comuns em algumas cabines e apresentação em performances ao vivo (Live acts). Funcionam muito bem e são, sem dúvida, uma tendência sem volta. Mas a busca por novidades nessa area é incessante.
Há algumas semanas experimentei um jogo no X Box com o Kinect, um sistema de câmeras de infra-vermelho que permite aos jogadores usarem seu próprio corpo como controle no lugar dos tradicionais joysticks. Adorei a exepriência, mas você , leitor desse blog, deve estar se perguntando o que isso tem a ver com o tema desse post.
Pois bem, alguns hackers já desenvolveram métodos pra crakear o Kinect e adaptá-lo a linguagem midi. Duvida? Então dê uma olhada nesses videos abaixo.
O uso desse tipo de tecnologia tende a mudar, daqui a alguns meses, a maneira como as apresentações ao vivo ocorrerão. Podem anotar, em breve vamos ver algúem usando o kinect pra controlar efeitos no ar, tocar baterias e percussões virtuais, controlar sintetizadores com as mãos vazias ou, até mesmo, permitir a interação do público na projeção de imagens e videos ou construção de sets por meio do uso do Kinect.
Basta que os preços caiam e esse tipo de tecnologia se desenvolva um pouco mais e teremos isso bem difundido na cena dam úsica eletrônica. Eu, particularmente, sou apaixonado por controladoras midi e os software’s pore les controlados, pois creio que eles permitiram a popularização do universo da discotecagem.
Discussões a parte, sobre consequências boas e ruins dessa popularização, uma coisa é certa, esse é um caminho irreversível e as controladoras midi farão parte, por um bom tempo, dessa realidade. Quem viver, verá!
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DaV1T é DJ, remixer e produtor em Brasília, amante incondicional da House Music, colaborador e co-fundador do PORTAL DO PRODUTOR
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Além dos controladores midi convencionais como teclados, voltados a produção musical, temos os voltados a discotecagem, como o S4 da Native Instruments, Akai apc 40 e o DN MC-6000, abordado no meu ultimo artigo
(se você perdeu e ficou curioso para conhecer essa controladora, clique aqui.)
Nessa última categoria, vimos várias inovações oriundas de adaptações feitas em objetos voltados para outros fins a linguagem midi.
Iphone, Ipads e controles do Nintendo Wii se tornaram relativamente comuns em algumas cabines e apresentação em performances ao vivo (Live acts). Funcionam muito bem e são, sem dúvida, uma tendência sem volta. Mas a busca por novidades nessa area é incessante.
Há algumas semanas experimentei um jogo no X Box com o Kinect, um sistema de câmeras de infra-vermelho que permite aos jogadores usarem seu próprio corpo como controle no lugar dos tradicionais joysticks. Adorei a exepriência, mas você , leitor desse blog, deve estar se perguntando o que isso tem a ver com o tema desse post.
Pois bem, alguns hackers já desenvolveram métodos pra crakear o Kinect e adaptá-lo a linguagem midi. Duvida? Então dê uma olhada nesses videos abaixo.
O uso desse tipo de tecnologia tende a mudar, daqui a alguns meses, a maneira como as apresentações ao vivo ocorrerão. Podem anotar, em breve vamos ver algúem usando o kinect pra controlar efeitos no ar, tocar baterias e percussões virtuais, controlar sintetizadores com as mãos vazias ou, até mesmo, permitir a interação do público na projeção de imagens e videos ou construção de sets por meio do uso do Kinect.
Basta que os preços caiam e esse tipo de tecnologia se desenvolva um pouco mais e teremos isso bem difundido na cena dam úsica eletrônica. Eu, particularmente, sou apaixonado por controladoras midi e os software’s pore les controlados, pois creio que eles permitiram a popularização do universo da discotecagem.
Discussões a parte, sobre consequências boas e ruins dessa popularização, uma coisa é certa, esse é um caminho irreversível e as controladoras midi farão parte, por um bom tempo, dessa realidade. Quem viver, verá!
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DaV1T é DJ, remixer e produtor em Brasília, amante incondicional da House Music, colaborador e co-fundador do PORTAL DO PRODUTOR
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sexta-feira, 18 de março de 2011
CDJ 350 ou CDJ 400 qual escolher? By Pedro DJ
Bom pessoal fazendo uma rápida pesquisa entre os equipamentos de DJs com melhor custo x benefício da atualidade nos deparamos com duas opções muito atraentes o CDJ-400 e o CDJ-350 ambos da Pioneer que ao meu ver de longe é a melhor em equipamentos para DJs, claro que temos excelentes opções no mercado como Numark, Denon entre outros mas tendo um Pioneer em sua case você faz qualquer evento.
Com o avanço da tecnologia e incorporação da função Midi / USB nos tocadores de CD hoje temos o que muitos chamam de Multi Player Digital, com estes recursos o CDJ tradicional passa a ser um canivete suíço podendo ter funções diversas sendo o CD a menos usada.
Com o Midi podemos conectá-lo a qualquer computador e transformar o mesmo em um controlador, usando de softwares como Virtual DJ, Serato, Traktor entre outros você roda suas músicas do PC e as controla pelo CDJ, a USB para Pendrivers também facilita o uso de músicas de forma instantânea e não exige mais que você grave a cada evento um CD novo, basta atualizar seu Pendrive e pronto, chega daquelas cases gigantescas com 100 CDs.
Ano passado a Pioneer lançou diversas novidades no mercado, novos tocadores, controladores, mixers, fones muita coisa boa com destaque para o primorosol CDJ-2000 uma máquina. Um desses lançamentos foi o CDJ-350 uma versão custo x benefício de seus tocadores com preço na faixa de R$1500 a R$ 1700 o que o faz um grande concorrente do seu irmão mais velho o Pioneer CDJ-400 lançado no fim de 2007.
Ambos possuem quase os mesmos recursos, são controladores MIDI, possuem entrada USB para Pendrivers, possuem as funções de Loop, Modo Vinyl e é claro suporte ao velho CD.
Tirando essas semelhanças a diferença principal entre os dois de cara é o design mais limpo no CDJ-350, o Jog não tem o efeito de luz do CDJ-400, alguns dos botões são embutidos no aparelho e o display é melhor organizado no CDJ-350 com mais informações no mesmo espaço de tela.
– Pioneer CDJ-400
Este modelo da Pioneer tem como vantagem ao modelo 350 a opções de efeitos sendo 3 no modo normal (Jet, Holl, Wah) e 3 diferentes quando acionado o modo Vinyl (Bubble, Trans, Wah) o que para alguns DJs é uma grande vantagem para fazer mixagens, transições e outras brincadeiras, mas isso hoje em dia temos diversos mixers com efeitos, processadores de efeito a parte e softwares via PC que podem suprir essa falta aos CDJs-350.
Outra característica essa mais importante é que o modelo 400 tem saída óptica digital provendo uma qualidade melhor no áudio usando-se do cabo adequado, ja o CDJ-350 possui saída apenas RCA Stéreo.
A função Memory e Call do CDJ-400 não esta presente no novo 350, mas esta eu não vejo muita necessidade mas é uma diferença entre os dois assim como a função REV que inverte a reprodução da música fazendo a tocar de trás para frente.
– Pioneer CDJ-350
O modelo 350 possui duas novas funcionalidade não presentes no modelo 400 são elas: Playlist e Beat Lock
A função Playlist possibilita a criação de várias listas de músicas onde você pode adicionar várias músicas de um cd ou pendrivers e gerenciar a ordem e deixá-las em uma sequência que o próprio CDJ vai reproduzi-las automaticamente.
A função BPM Lock faz com que você tenha total ajuste e precisão para marcar o BPM da música, com a função você primeiro ajusta o BPM manualmente, ativa o BPM Lock e a música vai tocar sem variação do BPM, você pode mexer no fade do Master Tempo alterando o BPM mas basta um click no BPM Lock que a BPM da música volta para a que você configurou, fazendo isso em ambos os players você facilita muito a sincronização das músicas podendo mixar muito mais facilmente. Uns são contra essa inovação, outros dizem que é o fim do DJ, a função existe usa quem quiser mas a tecnologia veio para nos trazer facilidades é inevitável, temos que conviver com isso.
Testando os equipamentos:
Hoje exatamente 16/02/2011 tive a oportunidade de testar um par de CDJ-350 e sinceramente não tive nenhuma surpresa com relação ao aparelho, suas funções são praticamente as mesmas do CDJ-400, e sinceramente não vejo vantagem na função Playlist e BPM Lock, pois se você usá-lo em um PC como controlador qualquer software irá te prover tais funções. A leitura de ambos os CDJs parecem ser iguais, o CDJ-350 lê bem rápido o CD e a única grande vantagem deste em relação ao CDJ-400 é que sua leitura USB é estantânea, você pode colocar pendrives de qualquer tamanho ou HDs em sua USB que a leitura é feita de imediato, já o CDJ-400 é muito demorado para ler dispositivos de maior tamanho diretamente em sua USB, a demora chega a ser irritante.
Tendo isso como a única diferença notável dos CDJ-350 em relação ao CDJ-400 posso dizer que a escolha fica relacionada a esse fator, quem usa Pendrives e HDs direto no CDJ escolha o CDJ-350, ele também tem função de busca o que facilita achar sua MP3 mais facilmente em um dispositivo USB, mas se você não abre mão dos efeitos e quer um CDJ com um visual mais atrativo e personalizável escolha o modelo CDJ-400
Outra diferença que reparei no CDJ-350 foi o fato dele ser Bivolt (Funciona de 100v a 240v) com chaveamento automático, não sei se todos os modelos são assim, mas o que pude testar tinha essa vantagem, ja o CDJ-400 testado funcionava apenas em redes 110v.
Texto cedido gentilmente por PEDRO DJ.com Tweet
quinta-feira, 17 de março de 2011
Denon DN–MC 6000 By DaV1t
Você já ouviu falar da Denon DN–MC 6000?
Esse controlador midi da tradicional fábrica de equipamentos para dj’s Denon, passou desapercebida pela maioria dos sites e blogs sobre música eletrônica e djing no Brasil. Pois bem, estamos aqui pra desfazer essa injustiça. Afinal, essa é uma excelente alternativa a S4 da Native Instruments, que apesar de várias críticas positivas, ainda é mais cara que a DN–MC 6000.
Na verdade, a DN–MC 6000 é uma controladora midi para software’s com 4 decks e um misturador completo, com placa de som usb integrada e procesador de efeitos para microfone. Você pode estar se perguntando: “mas ele funciona com qual software?”. A resposta: qualquer um que aceite uma midi controller.
Assim sendo, a desvantagem aparente de não ter um software dedicado, como a S4 tem, cai por terra ao se imaginar as possibilidades de usar, inclusive o traktor 2, que deve ser lançado em outubro. Quer mais uma vantagem? O valor de venda está na ordem de 950 dólares, enquanto a S4 custa 999 dólares (no site official).
A Denon DJ fornece este equipamento com o software Atomix Virtual DJ LE, nos Estados Unidos e Canadá, e com o Traktor LE da Native Instruments, para a Europa e Ásia, embora o DN-MC 6000 seja mapeável e compatível com qualquer outro programa. Compatível com Windows ou MAC OS, o MC 6000 inclui mais uma inovação importante, um crossfader para mistura de video com audio.
Além disso, cada um dos lados do controlador, é capaz de controlar até dois decks (reais ou virtuais) com um esquema de cores que fornece um indicador claro e intuitivo da máquina que estamos controlando. Mas o que chama mesmo a atenção pra qualidade do DN-MC 6000 é o modo como ele foi arquitetado.
Ele é um controlador MIDI implementado sobre uma mesa de mistura digital real (e não o oposto), permitindo processar livremente equipamentos externos sem termos que passar pelo computador e servindo num clube como um misturador dedicado, mesmo para quem não usa ainda software e prefere fontes convencionais como pick up’s ou cdj’s.
Tudo isso que já citamos faz do DN-MC6000 uma alternativa a ser cogitada no momento de adquirir uma controladora midi, mas se vc ainda não se convenceu de tudo o que esse brinquedinho oferece, vamos enumerar mais algumas características:
• Entradas com ganho seleccionável PFL e grandes medidores de programa;
• Sistema de Cue independente para todos os quatro canais;
• Função Split Cue com potenciómetro panorâmico Cue/Master;
• Faders de 45 mm nos canais e crossfaders;
• Comutador independente de canal A-B Thru (crossfader);
• Ajuste da acção do crossfaders, comutador de saída master em estéreo e mono;
• Amplificador para fones de alta qualidade;
• Circuitos de equalização independentes de equalização com 3 bandas configuráveis e funções “Kill” para cada uma;
• Teclas programáveis para armazenarmos os nossos parâmetros preferidos;
• Oito (4+4) teclas de cue/sampler com dupla tecla de selecção de bancos de som associadas;
• Funções de Auto loop com Beat Jump (loop cut);
• Teclas de loop in/out manuais;
• Grandes botões Cue e Play para os decks;
• Controles dedicados de efeitos MIDI (Efeitos com controles de parâmetros)
• Tecla de shift que nos permite acessar a controles diretos de funções de mistura, vídeo, modos scratch, sampler, etc.
• Selecionador completo de monitorização para fones ou cabines, com controle de nível.
Os jog wheels, são codificadores sensíveis ao toque de 105mm com tecnologia de alta resolução que visam conferir um grau de controle completamente novo, sobretudo quando utilizadas em conjunto com o novo pitch slider de 100 mm com resolução 14-bit e as famosas teclas “pitch bend” que são já marca registrada da Denon.
Além disso, a superfície pode ser configurada alternadamente para dois modos de controle, em estilo prato de vinil ou em modo Pitch Bend Jog.
No DN-MC6000 todas as teclas são iluminadas por LED, orientando-nos sobre as funções que temos ativas e os modos de controle dos diversos decks. Quanto As ligações de audio, tendão de aquiles de controladores midi anteriores, inclui duas entradas para pratos em RCA/Phono, entradas XLR combo TRS para microfone e linha, duas entradas auxiliares em RCA, com saídas balanceadas e não-balanceadas e saídas de gravação.
O DN-MC6000 possui também um comutador de encaminhamento específico para o áudio do interface USB.
A Denon ainda teve o cuidado de redesenhar a fonte de alimentação integrada e certificou o DN-MC6000 em termos de eficiência energética, implementando um modo ECO de baixo consumo para quando o equipamento se encontra em modo standby.
Mais informações pelo site: www.denondj.com
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DaV1T é DJ, remixer e produtor em Brasília, amante incondicional da House Music, colaborador e co-fundador do PORTAL DO PRODUTOR
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Esse controlador midi da tradicional fábrica de equipamentos para dj’s Denon, passou desapercebida pela maioria dos sites e blogs sobre música eletrônica e djing no Brasil. Pois bem, estamos aqui pra desfazer essa injustiça. Afinal, essa é uma excelente alternativa a S4 da Native Instruments, que apesar de várias críticas positivas, ainda é mais cara que a DN–MC 6000.
Na verdade, a DN–MC 6000 é uma controladora midi para software’s com 4 decks e um misturador completo, com placa de som usb integrada e procesador de efeitos para microfone. Você pode estar se perguntando: “mas ele funciona com qual software?”. A resposta: qualquer um que aceite uma midi controller.
Assim sendo, a desvantagem aparente de não ter um software dedicado, como a S4 tem, cai por terra ao se imaginar as possibilidades de usar, inclusive o traktor 2, que deve ser lançado em outubro. Quer mais uma vantagem? O valor de venda está na ordem de 950 dólares, enquanto a S4 custa 999 dólares (no site official).
A Denon DJ fornece este equipamento com o software Atomix Virtual DJ LE, nos Estados Unidos e Canadá, e com o Traktor LE da Native Instruments, para a Europa e Ásia, embora o DN-MC 6000 seja mapeável e compatível com qualquer outro programa. Compatível com Windows ou MAC OS, o MC 6000 inclui mais uma inovação importante, um crossfader para mistura de video com audio.
Além disso, cada um dos lados do controlador, é capaz de controlar até dois decks (reais ou virtuais) com um esquema de cores que fornece um indicador claro e intuitivo da máquina que estamos controlando. Mas o que chama mesmo a atenção pra qualidade do DN-MC 6000 é o modo como ele foi arquitetado.
Ele é um controlador MIDI implementado sobre uma mesa de mistura digital real (e não o oposto), permitindo processar livremente equipamentos externos sem termos que passar pelo computador e servindo num clube como um misturador dedicado, mesmo para quem não usa ainda software e prefere fontes convencionais como pick up’s ou cdj’s.
Tudo isso que já citamos faz do DN-MC6000 uma alternativa a ser cogitada no momento de adquirir uma controladora midi, mas se vc ainda não se convenceu de tudo o que esse brinquedinho oferece, vamos enumerar mais algumas características:
• Entradas com ganho seleccionável PFL e grandes medidores de programa;
• Sistema de Cue independente para todos os quatro canais;
• Função Split Cue com potenciómetro panorâmico Cue/Master;
• Faders de 45 mm nos canais e crossfaders;
• Comutador independente de canal A-B Thru (crossfader);
• Ajuste da acção do crossfaders, comutador de saída master em estéreo e mono;
• Amplificador para fones de alta qualidade;
• Circuitos de equalização independentes de equalização com 3 bandas configuráveis e funções “Kill” para cada uma;
• Teclas programáveis para armazenarmos os nossos parâmetros preferidos;
• Oito (4+4) teclas de cue/sampler com dupla tecla de selecção de bancos de som associadas;
• Funções de Auto loop com Beat Jump (loop cut);
• Teclas de loop in/out manuais;
• Grandes botões Cue e Play para os decks;
• Controles dedicados de efeitos MIDI (Efeitos com controles de parâmetros)
• Tecla de shift que nos permite acessar a controles diretos de funções de mistura, vídeo, modos scratch, sampler, etc.
• Selecionador completo de monitorização para fones ou cabines, com controle de nível.
Os jog wheels, são codificadores sensíveis ao toque de 105mm com tecnologia de alta resolução que visam conferir um grau de controle completamente novo, sobretudo quando utilizadas em conjunto com o novo pitch slider de 100 mm com resolução 14-bit e as famosas teclas “pitch bend” que são já marca registrada da Denon.
Além disso, a superfície pode ser configurada alternadamente para dois modos de controle, em estilo prato de vinil ou em modo Pitch Bend Jog.
No DN-MC6000 todas as teclas são iluminadas por LED, orientando-nos sobre as funções que temos ativas e os modos de controle dos diversos decks. Quanto As ligações de audio, tendão de aquiles de controladores midi anteriores, inclui duas entradas para pratos em RCA/Phono, entradas XLR combo TRS para microfone e linha, duas entradas auxiliares em RCA, com saídas balanceadas e não-balanceadas e saídas de gravação.
O DN-MC6000 possui também um comutador de encaminhamento específico para o áudio do interface USB.
A Denon ainda teve o cuidado de redesenhar a fonte de alimentação integrada e certificou o DN-MC6000 em termos de eficiência energética, implementando um modo ECO de baixo consumo para quando o equipamento se encontra em modo standby.
Mais informações pelo site: www.denondj.com
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quinta-feira, 10 de março de 2011
Ohm Studio: a DAW colaborativa via web
Para quem não conhece a Ohm Force (e eu acho difícil)é uma empresa que produz VSTs, agora parece que eles resolveram entrar para o mercado de DAWs (sequenciadores), criando o primeiro sequenciador colaborativo online!!
Fiquei bem impressionado com a ideia e a forma de se trabalhar com o programa, e tentei por diversas vezes ser um BetaTester, mas não rolou!
Confira no video abaixo o programa em funcionamento:
E você? Gostou da idéia do software? Será esse o futuro das DAWs? Essa moda pega? Deixe sua resposta nos comentários!
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Fiquei bem impressionado com a ideia e a forma de se trabalhar com o programa, e tentei por diversas vezes ser um BetaTester, mas não rolou!
Confira no video abaixo o programa em funcionamento:
E você? Gostou da idéia do software? Será esse o futuro das DAWs? Essa moda pega? Deixe sua resposta nos comentários!
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Pionner DJM-900
Sejamos sinceros, os mixers da Pionner sempre foram os melhores. Seja por terem se tornado um padrão em clubs e festas ao longo do tempo, pelos seu efeitos intuitivos e divertidos ou simplesmente pela sua confiabilidade, funcionando por anos seguidos sem falhar nunca.
Seguindo a tendência introduzida com o CDJ-2000 a Pionner também conectou ao laptop sua nova linha de Mixers DJM-900 NEXUS, sucessor do já conhecido DJM-800.
Contando com novos efeitos, integração com o Traktor e conectividade via rede com o CDJ-2000, este mixer chegou para ser o novo padrão nos clubs e festas mais badalados do Brasil e do mundo. Única desvantagem e outra marca registrada da Pionner: o preço alto, o brinquedo custa 2000 dolares!
Veja o video com James Zabiella demonstrando os novos efeitos e falando sobre o produto:
E você? O que achou do novo mixer da Pionner? Deixe um comentário com sua resposta, participe!
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Seguindo a tendência introduzida com o CDJ-2000 a Pionner também conectou ao laptop sua nova linha de Mixers DJM-900 NEXUS, sucessor do já conhecido DJM-800.
Contando com novos efeitos, integração com o Traktor e conectividade via rede com o CDJ-2000, este mixer chegou para ser o novo padrão nos clubs e festas mais badalados do Brasil e do mundo. Única desvantagem e outra marca registrada da Pionner: o preço alto, o brinquedo custa 2000 dolares!
Veja o video com James Zabiella demonstrando os novos efeitos e falando sobre o produto:
E você? O que achou do novo mixer da Pionner? Deixe um comentário com sua resposta, participe!
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Pioneer caiu na real: DDJ T-1
Parece que finalmente a maior fabricante de equipamentos para DJ do mundo resolveu cair na real. A Pioneer acaba de lançar sua nova linha de controladores MIDI, isso mesmo: controladores MIDI.
Enfim a gigante dos clubs resolveu enxergar o inevitável futuro, integração com o PC, Traktor, interface de audio integrada, enfim: FUTURO.
Veja o vídeo de apresentação do produto:
Unico porém é o custo do equipamento: US$ 1000,00 no ebay, ao que tudo indica esse equipamento deve chegar ao Brasil custando entre 4 e 6 mil reais.
Confira as especificações completas abaixo:
Pioneer Electronics revelou DDJ-T1 um controlador de DJ intuitivo dedicada para uso com o popular Native Instrumento de software TRAKTOR DJ. Pioneer controlador DDJ-T1 foi concebido para a próxima geração de casa e DJs casuais que arquivos digitais de música aproveitar todos os lugares que vão. Combinado com um computador e os incluídos TRAKTOR Pioneer DDJ-T1 Edition software de DJ, o controlador oferece DJs de todos os níveis da mesma operacionalidade ea funcionalidade de um jogador profissional e mixer, juntamente com excelentes quality.DDJ áudio-T1 se conecta facilmente com o laptop de um usuário via USB para uma rápida "plug-and-play" de capacidade. Para maior conveniência, o controlador também vem com uma doca de computador que permite o teclado de um laptop para deslizar diretamente sob o controle, trazendo o monitor perto do DJ proporcionando visual rápida de informações sobre a música enquanto mistura.
Características:
Plug-and-Play USB Conectividade - Todos os botões e puxadores foram pré-designados, para que os usuários podem rapidamente ligar o controlador para seus laptops por cabo USB e começar suas apresentações sem ter que ajustar alguns ajustes complicados. O DDJ-T1 pode ser alimentado através da porta USB do laptop.
Incluído TRAKTOR DJ Software - Inclui Pioneer DDJ-T1 Edition software TRAKTOR DJ. Este software popular é carregado com a funcionalidade original, incluindo controle de deck de quatro canais e um canal a função fader start, que torna mais fácil para DJs para criar inicia sinalização exata.
Especialmente projetado Interface de Usuário - O layout do controlador e interface de software TRAKTOR são idênticos, garantindo facilidade de uso e controle preciso. O DDJ-T1 é modelado após o design comprovado de o jogador profissional de DJ da Pioneer e um misturador disca 115 milímetros e integra movimento, funcionalidade de pesquisa precisa de encontrar rapidamente os pontos de reprodução, um botão para carregar dados de música e um mestre de sincronização botão para vencer correspondência através de quatro canais .
Da mais alta qualidade de som - O controlador é otimizado para o software TRAKTOR DJ e incorpora a tecnologia da linha profissional da Pioneer de equipamento de DJ para garantir a saída mais alta qualidade de som que os DJs passaram a esperar a partir de produtos da Pioneer.
Proprietário mecanismo de bloqueio chamado de P-LOCK Fader Cap projetado para evitar caps fader escorreguem.
Premiere built-in da placa de som.
Especificações:
Software incluído: Pioneer DDJ-T1 Traktor DJ Edition
Terminais de entrada: Mic AUX 1 x (1 / 4 ") x 1 (RCA)
Terminais de Saída: Saída Master x 2 (1 / 4 "e RCA)
Outros terminais: B-conector USB x 1
Faixa de Freqüência: 20Hz a 20kHz
Distorção Harmônica Total: 0,005% ou menos
Incluído Adaptador AC: 120V (60 Hz), avaliado saída DC 5V
Dimensões externas: 26.8in (W) x 12.5in (D) x 3.7in (H)
Peso: 10,6 £
Compatível OS: Mac OS X (10.5, 10.6 ou posterior), Windows 7 Home Premium / Professional / Ultimate, Windows ® Vista Home Basic / Home Premium / Ultimate / Business (SP1 e posterior), Windows XP Home Edition / Professional (SP3 e mais tarde). (Nota: Não é compatível com Windows XP Professional x64 Edition)
E você? O Que Achou do DDJ T-1? Acha Que Pioneer estabele Correndo nd Direção Certa? Deixe SUA Resposta nsa COMENTÁRIOS!
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Enfim a gigante dos clubs resolveu enxergar o inevitável futuro, integração com o PC, Traktor, interface de audio integrada, enfim: FUTURO.
Veja o vídeo de apresentação do produto:
Unico porém é o custo do equipamento: US$ 1000,00 no ebay, ao que tudo indica esse equipamento deve chegar ao Brasil custando entre 4 e 6 mil reais.
Confira as especificações completas abaixo:
Pioneer Electronics revelou DDJ-T1 um controlador de DJ intuitivo dedicada para uso com o popular Native Instrumento de software TRAKTOR DJ. Pioneer controlador DDJ-T1 foi concebido para a próxima geração de casa e DJs casuais que arquivos digitais de música aproveitar todos os lugares que vão. Combinado com um computador e os incluídos TRAKTOR Pioneer DDJ-T1 Edition software de DJ, o controlador oferece DJs de todos os níveis da mesma operacionalidade ea funcionalidade de um jogador profissional e mixer, juntamente com excelentes quality.DDJ áudio-T1 se conecta facilmente com o laptop de um usuário via USB para uma rápida "plug-and-play" de capacidade. Para maior conveniência, o controlador também vem com uma doca de computador que permite o teclado de um laptop para deslizar diretamente sob o controle, trazendo o monitor perto do DJ proporcionando visual rápida de informações sobre a música enquanto mistura.
Características:
Plug-and-Play USB Conectividade - Todos os botões e puxadores foram pré-designados, para que os usuários podem rapidamente ligar o controlador para seus laptops por cabo USB e começar suas apresentações sem ter que ajustar alguns ajustes complicados. O DDJ-T1 pode ser alimentado através da porta USB do laptop.
Incluído TRAKTOR DJ Software - Inclui Pioneer DDJ-T1 Edition software TRAKTOR DJ. Este software popular é carregado com a funcionalidade original, incluindo controle de deck de quatro canais e um canal a função fader start, que torna mais fácil para DJs para criar inicia sinalização exata.
Especialmente projetado Interface de Usuário - O layout do controlador e interface de software TRAKTOR são idênticos, garantindo facilidade de uso e controle preciso. O DDJ-T1 é modelado após o design comprovado de o jogador profissional de DJ da Pioneer e um misturador disca 115 milímetros e integra movimento, funcionalidade de pesquisa precisa de encontrar rapidamente os pontos de reprodução, um botão para carregar dados de música e um mestre de sincronização botão para vencer correspondência através de quatro canais .
Da mais alta qualidade de som - O controlador é otimizado para o software TRAKTOR DJ e incorpora a tecnologia da linha profissional da Pioneer de equipamento de DJ para garantir a saída mais alta qualidade de som que os DJs passaram a esperar a partir de produtos da Pioneer.
Proprietário mecanismo de bloqueio chamado de P-LOCK Fader Cap projetado para evitar caps fader escorreguem.
Premiere built-in da placa de som.
Especificações:
Software incluído: Pioneer DDJ-T1 Traktor DJ Edition
Terminais de entrada: Mic AUX 1 x (1 / 4 ") x 1 (RCA)
Terminais de Saída: Saída Master x 2 (1 / 4 "e RCA)
Outros terminais: B-conector USB x 1
Faixa de Freqüência: 20Hz a 20kHz
Distorção Harmônica Total: 0,005% ou menos
Incluído Adaptador AC: 120V (60 Hz), avaliado saída DC 5V
Dimensões externas: 26.8in (W) x 12.5in (D) x 3.7in (H)
Peso: 10,6 £
Compatível OS: Mac OS X (10.5, 10.6 ou posterior), Windows 7 Home Premium / Professional / Ultimate, Windows ® Vista Home Basic / Home Premium / Ultimate / Business (SP1 e posterior), Windows XP Home Edition / Professional (SP3 e mais tarde). (Nota: Não é compatível com Windows XP Professional x64 Edition)
E você? O Que Achou do DDJ T-1? Acha Que Pioneer estabele Correndo nd Direção Certa? Deixe SUA Resposta nsa COMENTÁRIOS!
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sábado, 5 de março de 2011
Supersonic Magnum: pen drive com armazenamento e velocidade letais
Se pararmos para pensar e lembrar que a mais ou menos um ano atrás tínhamos pen drives com armazenamento de 128 Mb e que na maioria dos casos serviam tão somente para os seus usuários carregarem algumas centenas de fotos ou músicas, o futuro promete verdadeira revolução nessa matéria.
Sem espaço firmado no mercado, ainda mais sob a ameaça da nova tecnologia de transmissão de dados da Intel, a Thunderbolt, fabricantes apostam na versão 3.0 da conexão USB e investem em lançamentos para este nicho. O mais novo e impressionante produto a usar USB 3.0 é o pen drive Supersonic Magnum, da Patriot. Se você já achava absurda a transmissão de dados a 70 Mb/s, prepare-se, porque esta pequena maravilha que roubou a cena durante a CeBIT 2011, ao exibir suas especificações e performance, fará você desacreditar em que seus olhos veem.
O novo drive da Patriot, sucessor natural do Patriot Supersonic, garantirá troca de dados em velocidades alucinantes: 200 Mb/s para leitura de dados e 100 Mb/s em matéria de gravação. O Supersonic Magnum contará ainda com um controlador de oito canais e capacidade de armazenamento de 128 Gb. Certamente, há muito mais tecnologia, desempenho e espaço neste pen drive que em muitos computadores ainda utilizados em diversos locais. Todas essas melhorias, obviamente, não sacrificaram o volume do dispositivo: o novo pen drive da Patriot não é nada diferente daqueles habitualmente vistos e caberá perfeitamente em seu bolso, carteira, e onde mais for preciso guardá-lo, como qualquer outro pen drive.
O melhor de tudo é que o fabricante promete chegar a casa dos Gb ainda em 2011! ( Nossa Senhora da Bicicleta Sem Freio ! ! ! )
Poderemos enfim carregar nossos estúdios não só nas mãos, mas agora dentro do bolso, com todo conforto e segurança.
As possibilidades agora são enormes, visto que carregar sessões de Protools, Logic, Live, Sonar e quantas plataformas forem sencessárias, aliadas as suas configurações pessoais de plugins.
Agora é esperar e fazer bom uso dessa nova tecnologia. Até dezembro, não será problema esperar.....Será? Tweet
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Vitrola Portátil e Sem Fio da Crosley
A Crosley Radio tem uma vitrola portátil que vai agradar muito quem quer mobilidade e a qualidade dos discos de vinil. Perfeita para ouvir seus discos em qualquer lugar.
A Crosley Revolution Turntable além de ser pequena e fácil de carregar, vem com um transmissor FM, para ouvir os discos de vinil em quaquer rádio FM, sem precisar de nenhum fio! Muito bom!
O toca-discos Crosley Revolution tem duas velocidades, 33 1/3 e 45 RPM, funciona com 6 pilhas AA, tem porta USB e vem com software para converter os discos de vinil em formato digital.
A Crosley Revolution custa US$149,98 na Taylor Gifts.
Se é viável a esse preço eu nao sei, mas que é portátil, disso eu nao tenho dúvidas. Tweet
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terça-feira, 1 de março de 2011
Acer Aspire 1410 - Baixo custo com qualidade
Já pensou em ter um notebook para lhe ajudar nas suas produções? Pois bem, de fato o Acer Aspire 1410 não pode ser considerado o todo poderoso na atualidade, mas serve perfeitamente p deixar seu estúdio com mobilidade suficiente a preço convidativo. Vamos aos fatos.
Que a fabricante taiuanesa Acer produz computadores baratos e de qualidade razoável, isso não é novidade pra ninguém. Mas desde que os modelos da linha Aspire começaram a aparecer no mercado, em 1999, que a fabricante tem dedicado seus esforços para melhorar a sua plataforma de notebooks. E hoje, depois de mais de 10 anos, a Acer mostra uma ótima configuração para dominar o mercado.
O que você precisa saber sobre o computador Acer Aspire 1410 é que ele se garante com as especificações do hardware, rodando com um processador Dual Core decente e armado com o sistema operacional Windows 7. De fato, no entanto, ele não é a máquina mais robusta que você vai encontrar por aí, mas certamente é um dos notebooks com melhor custo-benefício do mercado.
Design
A primeira grande mudança a sua aparência. Os modelos mais antigos, como o 5670, possuíam uma tampa de alumínio com acabamentos de plástico. Já o novo computador possui pintura e opções de cor, que podem variar do vermelho ao azul e o prata. A tonalidade das cores é discreta, o que o deixa com uma aparência mais madura, se comparado a um Sony Vaio da série C, por exemplo.
Seu teclado possui consistência, o que contribui para diminuir o barulho dos botões durante a digitação. Já a sua tela de LCD LED possui 11,6 polegadas, com resolução de 1366 x 768 pixels - ou seja, ele possui um tamanho menor do que os computadores com displays de 14 polegadas, mas sua resolução supera o 'padrão' 1024 x 768 pixels.
Memória RAM e HD
O disco rígido da máquina tem espaço para 250GB de arquivos, o que passa longe de ser surpreendente, mas que atende às necessidade de um usuário médio. O cartucho de RAM é de 2GB DDR2 com 667Mhz, da Samsung, mas a placa suporta até 4GB.
O desempenho de seu hardware é recomendável para os sistemas operacionais Windows 7 Starter até a versão Premium. No entanto, se você quiser usar uma alternativa como o Ubuntu, verá que ele roda muito bem o sistema neste computador.
Pelo tamanho, ele é um netbook?
Um monitor de 11 polegadas não se equipara a um de sete, tamanho largamente usado nos netbooks. As configurações do Aspire 1410 também não são tão fracas. Muitos o consideram um autêntico notebook, e mesmo se você compará-lo com outros modelos mais robustos, ele chamará atenção pela sua portabilidade, melhor.
Baterias e conexão
O Wi-Fi está nas versões 802.11 a/b/g/n. Não há tantas entradas USB, mas as três que existem em suas laterais são suficientes. A saída HDMI, por sua vez, permite que você conecte o computador a sua televisão HD. Já a bateria dura em média cinco horas com o Wi-Fi ligado e sete horas como ele desligado, o que representa um rendimento acima da média, geralmente com míseras 2 horas de duração.
Peso e aquecimento
O notebook pesa 1,41 kg, o que causa um pouco incômodo, mas não tanto quanto outros modelos mais bem equipados. A saída de ar fica morna durante o uso contínuo, mas o computador resfria muito bem. Se você não precisa de uma máquina robusta, com pelo menos um Terabyte de HD, esse modelo pode ser uma ótima opção de compra.
Preço
O computador pode ser encontrado no mercado na faixa de 800 a 1.300 reais (novo). Perto de marcas como Dell, HP e Compaq, o Acer Aspire 1410 é um equipamento que compensa pelo baixo custo e pelas suas qualidades. Para usuários muito exigentes (ou fãs da Apple), no entanto, a máquina pode ser muito fraca.
Ficha Técnica
Tela 11,6 polegadas
Resolução máxima 1366 x 768 pixels
Sistema operacional Windows 7 Starter ou Premium
Processador Intel Celeron 723 (1 MB L2 cache, 1.20 GHZ,800 MHz FSB, 10 W)
Memória 2GB DDR2 de 667 MHz
Vídeo Intel GMA 4500MHD
Armazenamento 250 GB
Webcam e microfone Sim
Conectividade Wi-Fi / USB
Dimensões (LxA) 28,5 x 20 cm
Peso 1,4 kg
Bateria Até 7 horas
Itens inclusos Recarregador de bateria
Manual
CD com drivers
Pense bem, pode estar ai o seu primeiro passo p ter umnotebook no seu estudio.
ENQUETE:
Gostou da idéia?
Com esse preço é possível pensar em ter um notebook ? Tweet
Que a fabricante taiuanesa Acer produz computadores baratos e de qualidade razoável, isso não é novidade pra ninguém. Mas desde que os modelos da linha Aspire começaram a aparecer no mercado, em 1999, que a fabricante tem dedicado seus esforços para melhorar a sua plataforma de notebooks. E hoje, depois de mais de 10 anos, a Acer mostra uma ótima configuração para dominar o mercado.
O que você precisa saber sobre o computador Acer Aspire 1410 é que ele se garante com as especificações do hardware, rodando com um processador Dual Core decente e armado com o sistema operacional Windows 7. De fato, no entanto, ele não é a máquina mais robusta que você vai encontrar por aí, mas certamente é um dos notebooks com melhor custo-benefício do mercado.
Design
A primeira grande mudança a sua aparência. Os modelos mais antigos, como o 5670, possuíam uma tampa de alumínio com acabamentos de plástico. Já o novo computador possui pintura e opções de cor, que podem variar do vermelho ao azul e o prata. A tonalidade das cores é discreta, o que o deixa com uma aparência mais madura, se comparado a um Sony Vaio da série C, por exemplo.
Seu teclado possui consistência, o que contribui para diminuir o barulho dos botões durante a digitação. Já a sua tela de LCD LED possui 11,6 polegadas, com resolução de 1366 x 768 pixels - ou seja, ele possui um tamanho menor do que os computadores com displays de 14 polegadas, mas sua resolução supera o 'padrão' 1024 x 768 pixels.
Memória RAM e HD
O disco rígido da máquina tem espaço para 250GB de arquivos, o que passa longe de ser surpreendente, mas que atende às necessidade de um usuário médio. O cartucho de RAM é de 2GB DDR2 com 667Mhz, da Samsung, mas a placa suporta até 4GB.
O desempenho de seu hardware é recomendável para os sistemas operacionais Windows 7 Starter até a versão Premium. No entanto, se você quiser usar uma alternativa como o Ubuntu, verá que ele roda muito bem o sistema neste computador.
Pelo tamanho, ele é um netbook?
Um monitor de 11 polegadas não se equipara a um de sete, tamanho largamente usado nos netbooks. As configurações do Aspire 1410 também não são tão fracas. Muitos o consideram um autêntico notebook, e mesmo se você compará-lo com outros modelos mais robustos, ele chamará atenção pela sua portabilidade, melhor.
Baterias e conexão
O Wi-Fi está nas versões 802.11 a/b/g/n. Não há tantas entradas USB, mas as três que existem em suas laterais são suficientes. A saída HDMI, por sua vez, permite que você conecte o computador a sua televisão HD. Já a bateria dura em média cinco horas com o Wi-Fi ligado e sete horas como ele desligado, o que representa um rendimento acima da média, geralmente com míseras 2 horas de duração.
Peso e aquecimento
O notebook pesa 1,41 kg, o que causa um pouco incômodo, mas não tanto quanto outros modelos mais bem equipados. A saída de ar fica morna durante o uso contínuo, mas o computador resfria muito bem. Se você não precisa de uma máquina robusta, com pelo menos um Terabyte de HD, esse modelo pode ser uma ótima opção de compra.
Preço
O computador pode ser encontrado no mercado na faixa de 800 a 1.300 reais (novo). Perto de marcas como Dell, HP e Compaq, o Acer Aspire 1410 é um equipamento que compensa pelo baixo custo e pelas suas qualidades. Para usuários muito exigentes (ou fãs da Apple), no entanto, a máquina pode ser muito fraca.
Ficha Técnica
Tela 11,6 polegadas
Resolução máxima 1366 x 768 pixels
Sistema operacional Windows 7 Starter ou Premium
Processador Intel Celeron 723 (1 MB L2 cache, 1.20 GHZ,800 MHz FSB, 10 W)
Memória 2GB DDR2 de 667 MHz
Vídeo Intel GMA 4500MHD
Armazenamento 250 GB
Webcam e microfone Sim
Conectividade Wi-Fi / USB
Dimensões (LxA) 28,5 x 20 cm
Peso 1,4 kg
Bateria Até 7 horas
Itens inclusos Recarregador de bateria
Manual
CD com drivers
Pense bem, pode estar ai o seu primeiro passo p ter umnotebook no seu estudio.
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